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quarta-feira, dezembro 02, 2009

Festa do Sr. Zé Pilintra / 2009




Caros Amigos, no dia 19 de dezembro de 2009,
estaremos realizando a festa do Sr.Zé.
Contamos a presença de vocês amigos e consulentes!

O convite será vendido no valor de R$ 13,00, não visando uma maneira de comercializar, mas pretendo presentear a todas as entidades que ao longo
deste ano nos ajudou muito! A partir do dia 02/12 o convite estará a venda em nossa casa!




Esperamos por vocês,
Axé!

segunda-feira, janeiro 12, 2009

20 de Janeiro - Dia São Sebastião!


Mártir cristão, nascido segundo alguns em Milão, cidade de sua mãe, e segundo outros em Narbona, terra natal de seu pai, sendo sua festa celebrada a 20 de janeiro. Passou a maior parte de sua vida em Roma, ao tempo do imperador Diocleciano. Soldado do exército romano, chegou a alcançar o comando de uma coorte de pretorianos. Por ser cristão e divulgar sua doutrina, foi denunciado e preso.

Diocleciano tentou em vão dissuadi-lo, condenando-o à morte, sentença que os arqueiros se encarregaram de cumprir. Crivado de flechas, São Sebastião foi encontrado por Irene, uma cristã, que, ao retirá-lo da árvore onde seus algozes o haviam amarrado, verificou que o corpo do mártir ainda estava com vida. Conduzido à casa de Irene, São Sebastião se restabeleceu em poucos dias.

Insensível às súplicas dos cristãos, apresentou-se ao imperador, que, desta vez, ordenou fosse açoitado até morrer (c. 255). Seu cadáver, jogado na cloaca de Roma, foi outra vez descoberto por uma mulher, Lucina, a quem o santo apareceu em sonho, pedindo que o sepultasse nas catacumbas, ao lado dos apóstolos.

Próximo a este lugar, junto à via Ápia, foi posteriormente construída uma basílica em sua honra. Esta, durante a Idade Média, tornou-se centro popular de devoção e peregrinações. Em Portugal há pelo menos, 92 igrejas que o têm por orago.

No Brasil é padroeiro de 144 paróquias, inclusive na cidade do Rio de Janeiro, cujo nome canônico é São Sebastião do Rio de Janeiro. Justifica-se a adoção desse nome pelo fato de que a primeira grande vitória das armas portuguesas contra os franco-tamoios, na região da Guanabara - a batalha de Uruçumirim -, travou-se em 20 de Janeiro.


Salve 20 de Janeiro, Salve São Sebastião!

domingo, setembro 14, 2008

Salve as Crianças!




A história de São Cosme e São Damião
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Cosme e Damião eram irmãos gêmeos e cristãos. Na verdade, não se sabe exatamente se eles eram gêmeos. Mas nasceram na Arábia e viveram na Ásia Menor, Oriente. Desde muito jovens, ambos manifestaram um enorme talento para a medicina. Estudaram e diplomaram-se na Síria, exercendo a profissão de médico com muita competência e dignidade. Não aceitavam receber um centavo pelo serviço prestado. Os irmãos aproveitavam também para divulgar a fé cristã entre aqueles que se recuperavam das doenças. Inspirados pelo Espírito Santo, usavam a fé aliada aos conhecimentos científicos. Com isso, seus tratamentos e curas a doentes, muitas vezes à beira da morte, eram vistos como verdadeiros milagres. A riqueza que mais os atraía era fazer de sua arte médica também o seu apostolado para a conversão dos pagãos, o que, a cada dia, conseguiam mais e mais.

Isso despertou a ira do imperador Diocleciano, implacável perseguidor do povo cristão. As perseguições do Imperador Diocleciano, porém, não demoraram a frear a ação benéfica destes "médicos do amor". Na Ásia Menor, o governador deu ordens imediatas para que os dois médicos cristãos fossem presos, acusados de feitiçaria e de usarem meios diabólicos em suas curas. Foram forçados a negar sua fé.

Mandou que fossem barbaramente torturados por negarem-se a aceitar os deuses pagãos. Condenados à morte, resistiram milagrosamente a pedradas e flechadas. Em seguida, foram decapitados. O ano não pode ser confirmado, mas com certeza foi no século IV. Os fatos ocorreram em Ciro, cidade vizinha a Antioquia, Síria, onde foram sepultados. Mais tarde, seus corpos foram trasladados para uma igreja dedicada a eles.

Quando o imperador Justiniano, por volta do ano 530, ficou gravemente enfermo, deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra dos seus protetores. Mas a fama dos dois correu rápida no Ocidente também, a partir de Roma, com a basílica dedicada a eles, construída, a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. Tal solenidade ocorreu num dia 26 de setembro; assim, passaram a ser festejados nesta data. Inúmeros milagres se deram na sepultura deles.

Os nomes de são Cosme e são Damião, entretanto, são pronunciados infinitas vezes, todos os dias, no mundo inteiro, porque, a partir do século VI, eles foram incluídos no cânone da missa, fechando o elenco dos mártires citados. Os santos Cosme e Damião são venerados como padroeiros dos médicos, dos farmacêuticos e das faculdades de medicina. Na festa, é costume distribuir balas e doces para as crianças.



Oração à São Cosme e São Damião.

São Cosme e São Damião! Por amor a Deus e ao próximo, consagrastes a vida no cuidado do corpo e alma dos doentes. Abençoai os médicos e farmacêuticos. Alcançai a saúde para o nosso corpo. Fortalecei a nossa vida. Curai o nosso pensamento de toda maldade. A vossa inocência e simplicidade ajudem todas as crianças a terem muita bondade umas com as outras. Fazei que elas conservem sempre a consciência tranqüila. Com a vossa proteção, conservai o meu coração sempre simples e sincero. Fazei que eu lembre com freqüência estas palavras de Jesus: "Deixai vir a mim as criancinhas, porque delas é o Reino de Deus".
São Cosme e São Damião, rogai por nós, por todas as crianças, médicos, farmacêuticos e enfermeiros.

terça-feira, junho 19, 2007

'Arraiá' do GUFEC - 2007

No dia 30 de Junho de 2007, o GUFEC convida Irmãos e Irmãs de Fé a participar das seguintes atividades:

8h: CAFÉ DA MANHÃ BENEFICENTE para os moradores da comunidade carente do Campinho, com distribuição de agasalhos e roupas arrecadados por nossa campanha.

15h: FESTA JUNINA: uma confraternização entre médiuns, assistentes e simpatizantes, com o objetivo de angariar fundos para a conclusão das obras de nossa sede.

Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;

Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

(Mateus 5, 14-16)

quinta-feira, maio 31, 2007

Campanha do Agasalho - 2007

"O AMOR É A ÚNICA COISA QUE CRESCE À MEDIDA QUE SE REPARTE." (Saint-Exupèry)

Baseado na máxima do Pequeno Príncipe, o GUFEC lança a CAMPANHA DO AGASALHO 2007, ensinando que os bons pendores dos sacerdotes e médiuns devem ser exercitados na caridade cotidiana e não apenas durante o trabalho espiritual e instruindo aos assistentes que Umbanda não se limita à interação com as entidades e aos benefícios que junto a elas buscam!

Em atenção à chegada do frio intenso, tão incômodo aos cariocas, e muito mais àqueles desafortunados que não dispõem de um abrigo digno ou uma refeição reforçada, nossa casa está aberta à arrecadação de doações, que embora não resolvam a situação por completo, preenchem com carinho, atenção e calor humano o coração dos carentes.

Se você tem aquele casaco, cobertor, sapato... que não lhe serve, mas ainda apresenta condições de uso... não jogue fora! Traga até o GUFEC para que possamos distribuí-los àqueles irmãos e irmãs que vivem na adversidade! A campanha de arrecadação de alimentos é permanente.
COLABORE!

sábado, fevereiro 17, 2007

Festejos Judaico-Cristãos e Umbanda

CINZAS – dia que sucede os festejos pagãos do Carnaval, no qual os católicos cristãos são marcados na testa com cinzas, simbolizando a conversão para a vida em Cristo, a reflexão sobre a mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. O fogo, símbolo do Espírito Santo, também expurga os resquícios pecaminosos da ‘festa da carne’.

QUARESMA – esta tradição advém do Judaísmo. No Livro do Êxodo (terceiro do Antigo Testamento, que forma com a Genesis, Deutoronômio, Levítico e Números o PENTATEUCO ou Torá, a pedra fundamental do Judaísmo), há o relato da odisséia do povo de Israel, fugindo do jugo do faraó rumo à Terra Prometida, guiados por Moisés. Esta passagem, cheia de incertezas, durou 40 anos. Foi relembrada por Jesus quando este retirou-se para o deserto, ficando lá por 40 dias. Um ato de abnegação que tinha objetivo de provar aos israelitas que ele fazia parte daquele povo, sofria com ele e era o Messias que estes aguardavam, para cumprir as leis e apresentar-lhes o Deus de Amor e Misericórdia no lugar da figura punitiva e implacável. O jejum e outras penitências remetiam às dificuldades da viagem de seus ancestrais. Este preceito, inspirado no ato de Jesus, foi imposto pela Igreja Católica e tem várias restrições, dentre as quais a proibição de se comer carne vermelha, em respeito ao corpo do Cristo. Neste período, os santos nas igrejas ficavam cobertos com panos roxos, em sinal de respeito à dor de Maria por seu filho.

RAMOS – chegada de Jesus à Jerusalém para comemorar a Páscoa Judaica. O povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”. E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém, despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte.

SANTA CEIA – confraternização entre Jesus e seus apóstolos, exortando-os a continuarem propagando sua obra. É de onde surgiu o sacramento da Eucaristia praticado pela Igreja Católica Apostólica Romana. "E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança no meu sangue derramado em favor de vós." (Lucas 22:19-20)

6ª FEIRA DA PAIXÃO – ‘De novo bradou Jesus com grande voz, e entregou o espírito. E eis que o véu do santuário se rasgou em dois, de alto a baixo; a terra tremeu, as pedras se fenderam, os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham dormido foram ressuscitados; e, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos. Ora, o centurião e os que com ele guardavam Jesus, vendo o terremoto e as coisas que aconteciam, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era filho de Deus.’ – (Mateus 27, 50-54)

ALELUIA – dia de Nossa Senhora das Dores, em sofrimento pela paixão do Cristo. Os populares ‘malham’ o Judas.

PÁSCOA – A Páscoa Judaica, ou Pessach, celebra a chegada à Canaã, a Terra Prometida. É o início de uma nova vida, em liberdade. A Páscoa Cristã também é um recomeço, quando Jesus ‘ressuscita’, em toda a sua glória, para a vida plena, liberta dos grilhões do invólucro terreno.

UMBANDA - Em muitos terreiros de Umbanda, as casas param suas atividades ou restringem os trabalhos apenas aos pretos velhos e exus, considerando que Orixás se recolhem na Aruanda e caboclos no Juremá para velarem por nós, num período considerado ‘conturbado e tomado de energias negativas’. Tudo isso por conta da autoridade dogmática da Igreja Católica que atravessa os séculos e que ainda prevalece nos dias atuais dentro da Umbanda por equívoco ou desconhecimento dos pais e mães de santo.

A 6ª feira da Paixão é vista por muitos como um ‘dia de queimação’ por conta da crença de que as trevas sobrepujam a luz (de acordo com a passagem Evangelho de Mateus supracitada), tornando-nos vulneráveis. Mais uma vez o sincretismo influencia negativamente, porque os médiuns tendem a cultuar sentimentos pesarosos, tal como os católicos, baixando assim seu campo vibratório e tornando-se suscetíveis. Nas tendas de Umbanda, os médiuns ficam recolhidos em vigília, passam pelo ritual do amaci e cruzamento com pemba (ou cura) para o fortalecimento do ori e fechamento do corpo, respectivamente. Faz-se também uma mesa branca para Oxalá com canjica, acaçá etc. Distribui-se pão e vinho (e as respectivas matérias-primas, a uva e o trigo, símbolos de fartura, abundância e riqueza desde a Antiguidade) em memória da Última Ceia. O sincretismo reforçou o dia de culto a Oxalá na 6ª feira. Há tendas onde no sábado de Aleluia festeja-se ‘a volta dos caboclos e dos Orixás’. Nas casas mais ‘africanizadas’, utilizam-se a partir da 4ª feira de Cinzas as amarras anti-egum (ou contra-egum), trançados de palha da costa atados aos braços, tornozelos e cintura (umbigueiras) com a função de afastar os espíritos baixos.

CONCLUSÃO: A origem de tais celebrações provém da tradição judaico-cristã. Mesmo que a Umbanda acomode conceitos de várias religiões, não há porque permanecer cultuando estas datas forçando-lhes conotações dolorosas. É nosso dever propagar a mensagem de amor, fé, caridade trazida pelo Cristo e não nos martirizar pela suposta responsabilidade do sofrimento que lhe imputamos. Nossos hábitos, atitudes e pensamentos formam uma egrégora que vibra de acordo com nossas tendências - positivas ou negativas. As entidades de luz não se afastam de nós a seu bel-prazer, nós é que não fazemos bom uso do livre arbítrio e agimos à margem das boas orientações. Os guias são a nossa consciência. Quando ignoramos seus alertas, ficamos a cargo das conseqüências de nossos atos estúpidos. Ao rogarmos por ajuda, lá estão eles com a mão estendida a nos oferecer apoio e consolo. Deixemos os terreiros abertos para receber os necessitados de um passe, uma orientação - aqueles que estão doentes da alma.

Autora: MÁRCIA MONTENEGRO

sexta-feira, junho 23, 2006

Campanha do Leite

O mês de Julho é dedicado à Nanã Buruquê, a mais velha dos Orixás, primeira esposa de Oxalá e mãe de Obaluayê (senhor da doença e da cura), Oxumarê (o arco-íris, ligação entre o Orum e o Ayê - o Céu e a Terra), Ossanhe (senhor das ervas sagradas), Ewá (deusa das fontes, do céu estrelado) e Iroko (a árvore sagrada). É a senhora da morte, responsável pelos portais de entrada (reencarnação) e saída (desencarne) deste plano. Vibra nos pântanos, lagos e lamaçais, remontando a criação do Homem, que foi moldado no barro, elemento formado da junção da água (chuva) com a terra. No sincretismo, é identificada por Sant'Anna, avó de Jesus, sendo assim considerada a "Vovó de Umbanda".

Aproveitando as comemorações múltiplas do dia 26 - dia de Sant'Anna e São Joaquim, das Vovós e Vovôs, e de Nanã -, o GUFEC realizará durante todo o mês a Campanha do Leite, objetivando arrecadar leite (em pó ou de caixa) e farináceos (maizena, cremogema, aveia, araruta, sagu etc) para o mingau de vovós e vovôs moradores de um asilo que, como a maioria destas instituições, vive exclusivamente de doações. Pondo em prática o espírito solidário estaremos semeando um futuro no qual também receberemos amparo e carinho! SALUBA NANÃ!

Senhora Sant'Anna
Mãe da Misericórdia
Eu vou pedir a ela
Para ela pedir a Deus
Ó minha mãe rogai por nós!